16.6.07

2 e 3 de Junho... Praga



























31 de Maio e 1 de Junho...

A cadeira desta vez era "Excursion to Landscape Constrution and Vegetation Engineering" e um dos professores até fala muito bem português!

Passeámos por Viena por sítios que ainda não conhecia para aprender técnicas de construção e projectos de arquitectura e de espaço público.
Ficam aqui as fotos do 2º dia, no 1º não tinha pilhas na máquina...













4º dia em Krakau



















3º dia em Krakau










2º dia em Krakau
























1ºdia em Krakau




































21 a 14 de Maio... Krakau Ebene!

Durante este período estive em Krakau Ebebe, perto de Murau, a sul de Salzburg.

Foram dias memoráveis. Não só pelo contacto com aquela natureza imponente como pela diferente filosofia de como compreende-la.

A cadeira era "Ascthetics & Consciousness of Space".

Fomos muito bem recebidos, tinhamos comidinha caseira, um quartinho muito aprumado e sentíamo-nos completamente em casa.
Todos os dias, às 8h o Sr. Joseph chamava para o pequeno-almoço os mais atrasados ao som da sua harmónica!

Às 9h estavamos prontos para sair. Passávamos o dia todo a subir e a descer as montanhas, a ver sítios rescondidos, já com alguma ideia do projecto que teríamos de fazer.

À noite, depois do jantar às 19.30h o trabalho continuava durante umas 3 horas.

Espero que as fotos digam tudo!

Os meus copos são liiindos....





Em Viena, das coisas que gosto bastante são os Flohmarkt. Neles encontra-se de tudo, coisas novas ou em segunda mão e sempre muito baratas.


Duas semanas depois de estar na minha nova casa cor de laranja (é verdade, tenho uma parede do quarto e uma mesinha de cabeceira laranja, e na cozinha os móveis também são laranjinhas!), fui com a minha colega de casa, a Audrey, a um flohmarkt aqui perto.


Desde roupa a copos, canecas, carteiras, livros, lápis, latas e latinhas, havia de tudo e a bom preço.




Tão bom, que apesar de não querer ir carregada para Portugal não resisti e comprei os meus primeiros copinhos para a minha casinha!

Um magnífico conjunto de seis copos ao incrível preço de 1 eurinho!!

E digam lá que não são bonitos?

O que gosto neste tipo de mercados que ocorrem sazonalmente é que quem vende livra-se de "tralha", e quem compra encontra coisas que não imaginava a muito bom preço!

Agora só falta a casa!

Após o regresso a Viena....

Quando voltei, depois do intervalo de 3 meses em que estive fora da Áustria, passei os últimos dias de Abril a ver sítios onde ainda não tinha estado.

Situado a sudeste da cidade, o Zentralfriedhof (Cemitério Central), inaugurado em 1874 é o maior do país, com mais de dois milhões e meio de sepulturas! Só para terem uma ideia de como é grande, este cemitério até possui um autocarro regular que percorre as principais ruas!









Além da zona central, onde repousam pessoas célebres, tem duas áreas judias (antiga e nova), uma secção protestante, uma russa ortodoxa, uma budista, diversos jazigos, masoléus e monumentos militares. Algumas sepulturas constituem verdadeiras esculturas, não pela dimensão, mas pela simplicidade. Espaços totalmente distintos não só pelas religiões como pelo tempo em que foram construídas.


























O que mais me impressionou foi uma área só com sepulturas de crianças, todas decoradas, coloridas, com brinquedos e pirolitos.





























Não era a única turista neste espaço, encontravam-se pessoas a fazer desporto, a correr, e outras como eu simplesmente a passearem.






































Até possuem um BIO-ABFALL para recolha de flores velhas, ramos quebrados e todo o tipo de material orgânico usado para posteriormente fertilizar o solo!

























































































































Esta diferença entre os cemitérios nórdicos e os mediterrânicos já me tinha sido contada por um amigo que fez o trabalho final sobre este tema.



















































































É sem dúvida um espaço bonito e aprazível de conhecer. Longe de ser assustador ou mórbido como talvez a maioria das pessoas pensa, com ruas e alamedas a formarem eiros numa planta simétrica.

4.5.07

Não concordo...

Gostei desta instalação no metro de Paris. As mensagens iam mudando à medida que os slides rodavam...

Só não concordei com o senhor Gil Jouanard.



Até parece que temos de estar à espera de surpresas para gostar de viver, como se tudo o resto fosse uma monotonia ininterrupta.



Então e a estabilidade? A segurança, a certeza de que algo não muda, aconteça o que acontecer?!


O erro será mesmo não valorizar aquilo que se dá como garantido e só esperar surpresas, para depois só dar o devido valor quando se perdem.

Será que não podemos estar com mais atenção ao momento?...

30.4.07

Ecotopia 2007

Durante esta estadia em Portugal estive pela primeira vez a caiar!....

Não é difícil, já o meu pai dizia que "para pintar, tem de ser sempre para o mesmo sentido", e assim fiz.

Acho que não ficou mal.

Para saberem para que o fiz, passem pelo site http://www.ecotopiagathering.org/ecotopia-pt.html.

Algo se passará em Aljezur...

Voltei para Viena...




Mas para que comece a mostrar por onde andei...

Aqui fica Paris...









Notre Dame...











Parc de La Villette...









outro...

28.2.07

13 de Janeiro....?



Nem queria acreditar...

Tanto tempo sem escrever nada?! Não foi certamente por não ter feito nada de jeito... passeio não tem faltado... mas escrever... isso é que me tira a paciência.

Só para que fique registado: não estou em Viena, estou no mundo (como disse muito bem o meu pai!).

A foto não engana..... algures...

13.1.07

Recordar João César Monteiro


Ver filmes em Viena é uma coisa que exige um certo cuidado. Têm a mania de dobrar, e falamos nós mal das novelas mexicanas!!
Pois é, mas também há aqueles filmes que não estão em cinema, são antigos, e passar um ciclo de cinema que os inclua é raro. Mesmo assim, nada livra o pobre filme de ser dodrado neste tipo de eventos!
É incrível! Se fosse realizadora de cinema lutaria com todas as minhas forças para que os meus filmes não fossem dobrados. Acho um desrespeito enorme fazer isto a um filme, substituir a sonoridade da voz dos actores, os tempos das falas... isto também é filme!
Aliás, isto é que é filme! Não é usar unicamente o sentido da visão. O deleite da audição, o argumento, as pausas feitas por um actor... onde ficam? Perderam-se?
E quando é que começam a traduzir as canções? Alguém consegue imaginar a Amália a cantar "Uma casa portuguesa" em alemão? Dobradinha, que é para esta gente perceber melhor a mensagem... e para ajudar, uma vozinha sem nada a ver, não?
Do que se haviam de lembrar...
Foi bom ver "Recordações de Uma Casa Amarela" puro, purinho da silva, acabadinho de sair do plástico que o embrulhava na Fnac do Chiado.
O Manel fez anos, e decidiu (e bem, a meu ver) comprar o seu presente e partilhá-lo comigo e com a Raquel! Parabéns, foi muito bem pensado!
Só é pena ainda não o termos visto até ao fim...

10.12.06


Mumok, Museu de Arte Moderna

16.11.06

Numa noite em que o restaurante estava fechado...




Estas fotos são para o meu primo Hugo...